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estava na minha antiga escola. Levei uma garrafa de vodka na mochila pra tomar na aula.

Decidi ir até o banheiro das uns goles, entram duas meninas mais novas que notam o meu ato, ficam comentando entre elas, quando chega uma amiga minha no banheiro e diz que eu vou me dar mal.

Nisso, entra a diretora da escola no banheiro. Por sorte ela não percebe a garrafa que eu, em um momento de desespero, joguei no cesto de lixo. Quando a Diretora se vira de costas pra mim, eu tento pegar a garrafa pra colocar na mochila. Minha amiga, muito da alcagüete grita: “Olha, Cristina! A Kiki tá com vodka na escola!”

Aí, tomei aquele esporro. A Diretora me trancou no banheiro e ficou me dando lição de moral na frente de um grupo de meninas que chegou no banheiro. Essas meninas começaram a fazer piadas sobre o meu alcoolismo juvenil e a Diretora disse que ia chamar meu pai. Eu disse que não, pois ele já estava velhinho e não ia aguentar um choque desses. Então, ela vira pra mim e fala:

– Foda-se, nunca gostei daquele velho encrenqueiro, mesmo.

Pois bem, ela chama meu pai para me bsucar, pois eu fui expulsa. Aparentemente ele não está bravo. Eu entro em casa e vou dormir. Quando pego no sono, escuto o interfone. Era uma das minhas amigas, Luana, com uma fita K7. Ela disse que era um pedido de desculpas por terem me sacaneado lá na escola.

Eu coloco a fita pra tocar e instantâneamente, a casa enche de gente e vira uma festa. Aí eu esqueço da bronca e volto a beber. Apago. Quando acordo estou sem calças e a casa está vazia.

Fui olhar na minha câmera e achei um monte de fotos que elas tiraram de mim, daquelas fotos que geralmente tiram dos amigos bêbados em cenas constrangedoras. Aquilo me deixou muito irritada…

Decidi: Vou me mudar para o meio do mato, lá ninguém vai me tratar assim!

Saí, fechei a porta. Fui apertar o botão do elevador, mas o MESMO já se encontrava no meu andar. Entrei. No elevador estava uma mesinha (como aquela que o Seu Madruga faz pra vender os churros da Dona Florinda), em cima da mesa estavam dois bebês, um com aparentemente 1 ano e o outro com poucos meses. O mais novo estava em um caixãozinho branco. Eu pensei comigo: “Bom, devem ser os bebês mortos do vizinho ao lado. Que estranho morrerem dois bebês e eles deixarem no elevador sozinhos…”

Apertei o botão pro térreo, o elevador pára de funcionar e despenca. Eu não fico assustada, porque isso vive acontecendo no meu prédio, mas ele cai e vai parar lá no subsolo, eu não me machuco, mas sou obrigada a sair pela parte de cima do elevador, então eu tiro os bebês da mesinha e subo por ela. Comento com o porteiro que aquele elevador ainda vai matar alguém e vou embora.

Chegando lá no povoado, eu estava arrumando minha cabana (que na verdade era uma espécie de palafita bem podre) e começam a aparecer crocodilos gigantes, comendo a madeira da porta.

Eles tentam entrar na minha cabana, eu começo a bloquear a entrada deles, enquanto chutava a cara dos crocodilos. Dou com um pedaço de madeira na cabeça de um e saio correndo pro meio de uma pracinha que existia no centro da vila.

No meio da praça havia uma espécie de coreto com mastro pra bandeira, e havia também uma repórter parecida com a Tricia Takanawa, informando que aquela cidade seria a próxima a inundar.

Mal ela falou essas palavras, veio uma onda gigante e inundou a cidade inteira. Pra completar a minha desgraça, os crocodilos começaram a nadar pela água e vieram para cima de mim, eu desesperada subi no mastro da bandeira mas um crocodilo abocanhou a minha perna e me puxou pro fundo d’água. Eu morri, mas conseguia, depois de passada a catástrofe, escutar e ver as pessoas comentando da tragédia.

Acordei.

 

Local: Velho Oeste/ Rancho Neverland.

O que eu me lembro do começo é que minha mãe era diarista, ela foi fazer uma faxina na casa do Michael Jackson.

Éramos eu, mais umas 5 ou 6 crianças filhas da minnha mãe também. Eu estava com cerca de uns 10 anos.

Acontece que Neverland era no Velho Oeste, naquelas cidades com um Saloon e tudo mais. Chegamos lá na casa do MJ de carroça. A fachada da casa era de mansão de velho oeste, mas quando a gente entrou, era tudo High tec, com decoração de capa de revista atual, e tv de plasma 52 polegadas e na sala, havia uma coleção inacreditável de quadros, esculturas e objetos de arte. Na parede lateral a tv, tinham quadros de Kandinsky e Matisse e umas esculturas que eu não faço idéia de quem eram…

Meus irmãozinhos e eu começamos a correr e brincar pela casa, fazendo aquela zona que criançada sempre faz. Aí, eu correndo, derrubei uma das esculturas. Minha mãe apareceu apavorada e logo atrás veio o Michael Jackson. Ele ficou bem irritado e eu saí correndo pra fora da casa, na rua contei pra uma senhora o que tinha acontecido. Ela me disse que ninguém na cidade gostava de ter o Mj como vizinho, pois ele com a sua mansão consumiam toda a energia elétrica da cidade e todo mundo ficava no escuro o tempo todo, que era pra eu avisar minha mãe pra nos levar embora dali, pois se não, eles não iriam gostar da gente também.

Eu voltei pra dentro da Neverland. Contei pra minha mãe e pro Michael Jackson o que tinham me dito. Ele sorriu, me deu umas telas e umas tintas e falou que se eu pintasse um quadro que mostrasse a alma dele, ele iria levar a Neverland de volta pra onde era e que não ia cobrar a escultura que eu quebrei.

Eu fiz um quadro meio cubista pra ele, não me lembro exatamente como era, mas as cores eram bem Picasso.

 

O MJ gostou  e disse que a gente poderia ir embora.

Nisso, saindo da casa eu já era adulta, aí entrei no saloon do velho oeste pra contar que eu tinha mandado o MJ embora e todo mundo ficou feliz e me pagaram bebidas.

Acordei.

O sonho começa, pelo o que eu me lembro, em uma Rodoviária, parecida com a de Santos.

Estou eu (que era na verdade um garoto), e eu tinha duas irmãs. Sei que a gente não era muito do bem, pois estávamos fugindo da Polícia.

Estávamos muito nervosos, pois a Polícia já havia matado nossos pais, então eu avisto uma espécie de ônibus com aqueles compartimentos de avião para carga, no qual havia um caixão de um corpo em translado. Eu entro no ônibus para ver que tipo de gente se encontrava por lá. A maioria, crianças e idosos, perfeito! Fui chamar minhas irmãs, mas a Polícia já havia prendido uma delas. A que sobrou (uma moça de uns 17 anos) começou a ficar desesperada e não tinha como ela subir no ônibus, pois a polícia estava lá e por algum motivo, eles a perceberiam no onibus, mas não a mim. Então eu tive a brilhante idéia:

– Se esconda no caixão junto com o morto que eles não vão te procurar lá!

Ela entrou e ficou lá deitada junto com o morto já em decomposição.

Eu entrei no ônibus, fiquei lá a viagem inteira conversando com as pessoas, um clima bem agradável até…

Quando chegamos, paramos dentro de uma garagem escura. Era a garagem de uma mansão enorme, daquelas de filme, mesmo… Muitas escadas, um cenário bem mansão da Lara Croft com mobílias de mogno escuro, tapetes, quadros, tudo bem velho e pitoresco.

Eu subi para um quarto junto com as crianças. Pensei “bom, estou correndo da polícia faz tempo, vou aproveitar e tomar um banho…”

Fui tomar um banho na banheira da suíte e quando mergulhei na àgua, algo começou a me afogar, eu me debatia e consegui sair de lá, eu corri pra fora do quarto e tudo estava muito escuro.

Quando estou descendo as escadas, eu sinto uma energia muito do mal atrás de mim, olho para trás: absolutamente nada, apenas um vulto. Começo a ficar apavorada. Volto para o quarto, gritando por alguém, estava sozinha lá.

As coisas no quarto começam a cair, se mexer… Eis que me aparece Sadam Hussein, ou melhor, o fantasma do Sadam Hussein (bem daquele jeitinho dele, de uniforme, boina e fumando um charuto). Ele para, olha para mim e diz que eu tinha feito muita besteira na vida, que precisava lembrar das coisas, entre elas, de ir lá tirar a minha irmã do caixão, pois faziam dois dias que ela estava lá presa com o defunto.

Eu entro em desespero, pergunto pro fantasma do Hussein, onde estava o ônibus, ele me indica o caminho. Eu saio correndo e quando abro o caixão, minha irmã já estava morta. Eu fecho o caixão e penso: “vou ficar quieta e não vou falar nada, se eu der sorte eles enterram ela junto com o morto e ninguém descobre.”

Acordei.

A sequencia de quatro sonhos estranhos que tive essa noite, me fizeram voltar a escrever aqui, depois de tanto tempo. Tive muitos sonhos estranhos desde a última vez que postei, mas nunca foram tantos em uma noite só. Por mais que eu voltasse a dormir na esperança de um sonho bacana, voltava um sonho pior do que o outro.

  

Sonho #1: A noite tumultuada em Peruíbe.

Eu saí para um boteco, perto da minha casa lá em Peruíbe,  no meio de muita gente, encontro um conhecido meu, ele me diz que está indo para uma festa perto da Rodoviária. Eu decido ir junto.

Estávamos atravessando a rua, quando fomos abordados por assaltantes, um deles com uma faca. Eram dois adolescentes e um menino, loiro de cabelo abaixo das orelhas, sem camisa por volta dos oito anos de idade, um pouco sujo e magro.  O da faca, deixa a faca cair e então nós decidimos reagir e começamos a brigar (eu e o meu conhecido). Os dois maiores conseguem fugir, mas eu fui atrás do pequeno e apunhalei o menino pelas costas. Ele ainda correu um pouco e nós fugimos para a tal festa.

Na festa, esse meu conhecido ficava me puxando para a sombra toda hora, eu perguntei o que estava havendo, ele me disse então que o lugar estava cheio de nazistas que queriam matar nós dois. Ele por brigas passadas e eu, por ter apunhalado uma criança branca.  Eu ainda estava com a faca e disse que não estava com medo. Começou outra briga com os nazistas e nós fugimos para a rua, onde rendemos o motorista de um ônibus circular e o fizemos nos levar até um ponto próximo da minha casa.

Quando desci no ponto, vi muita movimentação da Polícia em frente ao primeiro boteco, mas como já estava amanhecendo, eu me senti segura para ir andando até a minha casa.

Ao chegar em casa, meu pai estava no jardim e eu perguntei se estava tudo bem, ele me disse que tinha passado a noite na delegacia, pois descobriram que fui eu quem apunhalou o menino e o mantiveram lá para perguntar sobre mim.  Não me senti preocupada, com medo e nem culpada. Estava em casa.

Acordei. Voltei a dormir

 Sonho #2 : Um filme de zumbis.

Foi um sonho comprido, muito detalhado, com a cronologia dos fatos perfeita e um final:

Estava em um bar, com algumas pessoas da faculdade. A primeira coisa estranha que aconteceu foi eu olhar por um vitrô e ver um homem espiando a nossa mesa. Eu tomei um susto, mas deixei de lado o fato. Depois de algum tempo lá no bar, comecei a notar que algumas pessoas estavam agindo de forma muito estranha, bem mais estranha do que bêbados de bar se comportam no final da noite.  As pessoas na minha mesa, ao notarem isso também, decidem mover a festa para a casa de um dos rapazes. Vamos todos de carro até lá (cerca de umas 15 pessoas) e vemos que a casa está ocupada por pessoas estranhas, agindo de forma estranha.

Eu me lembro da minha casa em Peruíbe, que é toda reforçada com grades e que eu considero praticamente impenetrável. Chegamos lá, já era manhã. Apesar do risco ninguém parece muito preocuado. Eu tento pedir ajuda, para fechar a porta da garagem que está aberta e que torna a casa insegura, mas todos continuam na varanda jogando conversa fora. Eu passo um tempão tentando fechar as partes atacáveis da casa, mas cada vez que volto as portas estão abertas outra vez e as pessoas continuam conversando.

 

Aos poucos as pessoas vão sumindo e aparecem como zumbis, então, um trabalho maior para matá-los e voltar a fechar as portas…

Fico nessa, até que meu pai aparece para me ajudar a fechar a porta da garagem, mas para os outros já é tarde, todos haviam morrido e a culpada era  a minha gata que estava mordendo todos que entravam na casa e não eram respeitosos.

Acordei.

  

* (Faltavam os dois últimos sonhos da saga, que felizmente eu me lembrei, graças ao twitter, estou atualizando este post, mas possívelmente vão faltar detalhes dos sonhos)

 

 

Sonho #3: O aviãocoptero na minha janela:

Eu estava dormindo, mas já era dia, por sinal um dia bem ensolarado.

Acordei com um barulho muito alto, como o de um avião monomotor. Olhei pela janela e vi um helicóptero, ou avião, algo parecido com isso:

                  fazendo Tunô’s  bem próximo a minha janela.

Eu saí correndo pra chamar meu irmão pra ver aquilo, quando volto pro meu quarto, o tal do aeródino estranho estava pendurado na minha janela, por uma das hélices. Eu cheguei mais perto da janela pra ver, olhei pra baixo e a cidade inteira estava coberta de sangue. Tinha polícia, bombeiros, ambulâncias e tudo mais lá no chão. Mas nenhuma das pessoas que andavam na rua parecia se importar com todo aquele sangue, tinha gente fazendo cooper no sangue, gente passeando com o cachorro no sangue… a vida continuava normalmente.

Meu irmão me disse que era um atentado terrorista na delegacia.

Acordei.

Sonho #4: O pênis de chocolate:

Acho que era amigo secreto, não tenho bem certeza. Me lembrava a troca de presentes de final de ano que eu fazia com as garotas lá em Peruíbe e que os presentes sempre eram bugigangas inúteis de 1,99 com piadas internas.

Eu ganhei um daqueles pintos de chocolate. Embrulhado em papel dourado.

 

Fiquei um pouco irritada com o presente, e comecei a me questionar qual era a finalidade dele.

Se é que me entendem.

Acordei

Esse é um sonho recorrente.

Não me lembro em detalhes do começo. Mas lembro que envolve praia.

Estava na praia, procurando algo que eu não achei. Era no Costão. Na volta, estávamos eu meu irmão e minhas duas sobrinhas passando por uma trilha.

A minha sobrinha mais nova some, no sonho, ela tinha uns 7 anos. Quando chego em casa, minha família está muito preocupada, pois na entrada de um desvio na trilha, encontravam a parte de baixo do biquine da minha sobrinha.

Ela tinha sido estuprada e morta por um maníaco. Um homem branco, de meia idade, careca e baixinho. Todos ficam muito abalados.

Até que meu irmão aparece com a garota viva no colo, o que é estranho é que ela está uns 3 anos mais nova, com uns 4 anos, como se nada tivesse acontecido. Eu percebo que então, ele tem uma máquina do tempo e voltou o tempo, o suficiente pra que ela não caisse na sequencia de atos que a levaria pra aquela trilha.

Tento descobrir onde está a máquina e o estuprador,pois queria usar a máquina em mim e voltar no tempo, me perco fuçando nas coisas em casa e anoitece, vejo no muro de casa, uma chaminé e em cima da chaminé, uma mão, uma mão decepada mas ainda se mexendo. Aquela mão me dá arrepios, eu saio andando pela orla da praia, atrás de alguém que eu não me lembro quem, está acontecendo um evento a beira mar, eu me sento, tomo algumas bebidas e assisto ao evento.

 

A recorrência neste sonho é o passeio na orla da praia, se não me engano, no começo do sonho, estava na praia do costão, me divertindo, até o mar começar a se agitar muito, então saio de lá e vou andando até o cemitério, do cemitério eu volto pra orla outra vez.

Não me lembro do desfecho do estuprador.

Olga e tanta gente…

Pois é, fiquei todo esse tempo, sem sonhar nada. Na realidade, tenho uma leve lembrança de um sonho mas que já me foi apagado, nada de importante…

Mas este sonho! Senhores, isto foi um sonho, com quase tudo o que eu queria em um sonho.

Estávamos viajando em um ônibus, eu sentava no banco dos fundos com uma garota, de aproximadamente 15 anos, bonita de certo modo. Pelo que me lembro, nós estávamos viajando fazia muito tempo.

Pois bem, era uma espécie de excursão e ela nos levava pra um lugar muito alvo-ciano, com neve.  Um hotel com muitas paredes de vidro. Descendo a rua deste hotel, havia uma espécie de arena, muito bonita tudo bem branco, um anfi teatro em forma de concha, todo branco. Nós desembarcamos no hotel, colocamos nossas coisas em quartos e fomos todos do ônibus pra esse palco a ceu aberto no meio da neve.  Eu não acreditei, mas era o Olga quem estava lá, passando o som, pra um grande festival que estava prestes a começar, eu conversava com ele e perguntava se poderia assistir o show ali na frente, ele me disse que poderia ficar a vontade e até me sentar na frente dele, que não haveriam problemas.

Eu lembro que fazia muito frio, e ventava muito gelado também, eu não estava com roupas o suficiente, então parti em busca da minha colega de banco para que fossemos até o hotel para eu me trocar.  Lembro que enquanto procurava por ela, eu ia tomando vinho, muito vinho e o lugar que estava praticamente vazio, começou a se encher de gente e barulho, tipicamente uma casa de shows. conversava com muitas pessoas, até achar a garota, fomos até o hotel, e a rua estava carregada daquele sentimento de viagem com os amigos pra uma cidade pequena, na verdade, o hotel que antes parecia mais uma pensão, estava bem acolhedor, cheio de adolescentes e crianças nos seus quartos. Sei que demorei um bocado até achar o chuveiro. E tive alguns problemas pra tomar banho, pois muitas pessoas tentavam entrar pra usar o banheiro.

Saí do banho, me arrumei e desci a rua, chegando na arena de shows que já estava escura, barulhenta e lotada. Parei ao lado de dois rapazes e perguntei sobre o show que eu estava esperando tanto. Eles disseram que já havia acabado e que esta outra banda já estava na metade de sua apresentação.

Não foi dessa vez que relembrei o Olga no palco.

Estava em um lugar com neve, muita neve e nenhuma vida.

Vi um cachorro, poodle, minúsculo, igual a Polaca.

O cachorrinho me pareceu feliz, comecei a segui-lo. Ele tirava animais da neve, desenterrava-os e os matava. Tirou um coelho da neve, mordeu o pescoço e ficou coberto de sangue, o cachorro ficou coberto de sangue, e quanto mais ele matava,  mais ele ficava coberto de sangue. Pensei: Pobrezinho, está com fome. O colquei no colo e levei-o para casa. Quando a Polaca o viu, os dois se estranharam e começaram a brigar. Dei uma bronca nos dois. Minha mãe raspou todo o pelo dos dois cachorros, eles ficaram muito pequenos e não tinha mais sangue neles.

Acordei.